O setor logístico em Uruguai tem sido um dos mais dinâmicos nos últimos anos. E pioneiro na incorporação de novas tecnologias, aplicação das potencialidades que brinda internet e um importante suporte para a atividade industrial, a través da logística “just-in-time”. O setor logístico representa entre 4% e 5% do PIB de Uruguai, segundo as estimativas disponíveis.

Uruguai e o hub regional por excelência para o Cone Sul: oferece importantes vantagens para a instalação de Centros de Distribuição Regional (CDR’s).

Uruguai tem uma posição estratégica como porta de entrada ao MERCOSUL, com dos de seus principais portos localizados na saída da hidrovia Paraná-Paraguai-Uruguai. O país conta com um moderno aeroporto e a rede de transporte terrestre mais densa de toda Latino América. Tem portos com una infraestrutura de primeiro nível, únicos na costa Atlântica que operam baixo o sistema de Porto Livre sendo o segundo país de América do Sul em qualidade de infraestrutura portuária, segundo o World Economic Forum (The Global Competitiveness Report 2016-2017).

O país conta com vantagens competitivas na região, em função da normativa vigente de Zonas Francas, Portos Livres, Aeroportos Livres e Depósitos Aduaneiros. A mesma permite armazenar e realizar diversos processos nas mercadorias sem pagar tributos aduaneiros, impostos a importação e exportação (e impostos as ganâncias no caso da Zona Franca). Posteriormente, a mercadoria se distribui na região fazendo uso dos acordos comerciais vigentes com Uruguai, chegando em poucas horas com os pedidos no destino (just in time), evitando as demoras e reduzindo os stocks necessários em cada país de destino.

A mercadoria em transito ocupa um lugar importante na atividade logística de Uruguai. Aproximadamente 50% dos movimentos de containers do Porto de Montevidéu estiveram associados a atividades de Hub entre 2008 e 2015, enquanto que o resto esteve associado a atividades de comercio de exportação e importação.

Uruguai conta com um completo marco legal que brinda as mais amplias garantias e regras claras, alem de conceder atrativos incentivos aos investidores. O investimento estrangeiro recebe por lei o mesmo tratamento que o investimento nacional. O país cresceu a uma taxa media anual de 5% entre 2005 e 2015, sendo assim um dos países de maior crescimento na região. As principais classificadoras (Fitch Ratings, Moody’s e Standard & Poors) mantiveram o grau de investimento da divida uruguaia e sua visão favorável do país.